Este é um baú virtual dedicado a publicar letras inesquecíveis do nosso cancioneiro popular.
Citando Austin O'Malley: "memória é uma velha louca que guarda trapos coloridos e joga comida fora".
página inicial
mande 1 e 1/2
arquivos
comunidade no Orkut
links:
Cinéfila de Plantão
Pensar Enlouquece
Virunduns
Enloucrescendo
Contos Bregas
Uêba
Marmota.org
Saudade dos 80
Blog dos Apedeutas
A História de um Jumento
Free counter
This is my blogchalk: Brazil, São Paulo, São Paulo, Perdizes, Portuguese, English, Alexandre, Male, 26-30, Cinema, E-zine.
Powered by Blogger Brasil
Maio 26, 2005
Tranquei a Vida
Composição: Ronnie Von / Tony Osanah
Tranquei a vida
Neste apartamento
E a marcada juventude também
Meu medo esconde do meu pensamento
A sorte a morte e a ausência de alguém
Se saio as ruas passo pela vida
Numa calçada, numa esquina ou num bar
Misturo a dor com a multidão perdida
Pra me esconder e não mais me encontrar
Tão minha e tão mulher
Amada onde estiver
A quero tão pra mim
Ainda quero sim
Seja em que tempo for
Marcado pelo amor
Volte pra mim
Volte correndo...
Meu desespero agarra a sua ausência
Como náufrago em sua salvação
Ah, essa vontade guardada em paciência
De lhe abraçar, rolar neste chão
Mas, falta coragem pra gritar seu nome
Mesmo que seja,
pra ninguém escutar
E a porta aberta a lhe esperar
Consome um sonho maior
Lhe vendo voltar
Tão minha e tão mulher
Amada onde estiver
A quero tão pra mim
Ainda quero sim
Seja em que tempo for
Marcado pelo amor
Volte pra mim
Volte correndo...
(bis)
Tranquei a vida!
Carol
| 8:50 PM |
Paralelas
Belchior
Dentro do carro, sobre o trevo a cem por hora, oh! meu amor
Só tens agora os carinhos do motor
E no escritório em que eu trabalho e fico rico
Quanto mais eu multiplico diminui o meu amor
Em cada luz de mercúrio vejo a luz do seu olhar
Passas praças, viadutos, nem te lembras de voltar
De voltar, de voltar
No corcovado quem abre os braços sou eu
Copacabana esta semana o mar sou eu
Como é perversa a juventude do meu coração
Que só entende o que é cruel e o que é paixão
E as paralelas dos pneus n'água das ruas
São duas estradas nuas em que foges do que é teu
No apartamento, oitavo andar, abro a vidraça e grito
Grito quando o carro passa: teu infinito sou eu
Sou eu, sou eu
Carol
| 8:49 PM |